Caracterizado pelo espessamento da camada interna do útero (endométrio) que resulta em hemorragia, o Espessamento endometrial (ou hiperplasia endometrial) é uma patologia não maligna que pode vir a aumentar o risco de câncer endometrial, regida pelo desequilíbrio nos níveis de hormônios estrogênio e progesterona.
As principais causas são: problemas de diabetes, algum tipo de terapia que envolve estrogênio sem a reposição da progesterona, estar acima do peso, beirando ou na obesidade, Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) e uso de Tamoxifeno.
Como sintomas, a paciente pode apresentar: corrimento vaginal, sangramento entre os ciclos menstruais (escapes), dores no abdome e cólicas, dor na região pélvica, secura vaginal, ondas de calor, dores durante as relações intimas e aumento do tamanho do útero.
O tratamento consiste no tratamento do fator causal, sempre lembrando da possibilidade da exclusão de doença neoplásica maligna quando necessário.
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