Sabia que pequenos nódulos na tireoide podem ter um grande impacto na sua vida?
A tireoide, glândula situada na porção inferior do pescoço, é responsável por produzir hormônios importantes para a saúde do organismo. A alteração no funcionamento da tireoide pode acarretar doenças e inflamações graves.
Por isso, saber quando realizar a ultrassonografia de tireoide é fundamental para prevenir e diagnosticar tais problemas.
Os nódulos tireoidianos podem ser palpáveis à palpação tireoidiana durante o exame clínico. Mas nem sempre isso acontece. Depende do tamanho do nódulo, de sua localização e de características do pescoço da pessoa que está sendo examinada.
A seguir, confira mais informações sobre o exame!
A tireoide é o centro de comando do funcionamento do organismo, responsável pela produção de dois hormônios que atuam como mensageiros das funções metabólicas no corpo.
Essas substâncias são conhecidas como triiodotironina (T3) e tiroxina (T4), e circulam na corrente sanguínea, com o objetivo de regular a função dos órgãos, controlando o metabolismo, transformando alimentos em energia e regulando a temperatura.
A tireoide tem sua função comandada por uma glândula chamada hipófise, instalada na base do cérebro, é responsável por produzir um hormônio estimulante da tireoide (TSH). É o TSH que leva a tireoide a produzir a T3 e a T4.
Além disso, o órgão age diretamente nas funções de órgãos como o cérebro, coração, rins e fígado, influenciando na fertilidade, ciclo menstrual, emocional, capacidade de concentração, memória e peso.
A ultrassonografia de tireoide é um exame efetivo e muito utilizado para diagnosticar inúmeras doenças que podem afetar o funcionamento da glândula. A realização do exame permite visualizar pequenas alterações antes mesmo que o indivíduo apresente qualquer sintoma ou sinal de doença relacionada à glândula.
A ultrassonografia de tireoide é um exame simples e indolor, que não exige preparo. Para ser realizado, o paciente deve manter-se deitado na maca enquanto o profissional responsável pelo procedimento desliza o transdutor pela garganta com a ajuda de um gel.
O aparelho que realiza a ultrassonografia da tireoide emite ondas sonoras de alta frequência que, em contato com os órgãos, geram imagens bidimensionais em tempo real. Além disso, também não há efeitos colaterais após a realização do exame.
A ultrassonografia da tireoide deve ser realizada quando o paciente apresenta histórico de casos de variação ou doenças hormonais, como hipotireoidismo ou hipertireoidismo, câncer na família ou nódulos palpáveis e visíveis, que podem ser detectados no exame de toque. Além disso, alguns sintomas podem indicar a necessidade da ultrassonografia de tireoide, visto que muitos dos nódulos não são palpáveis nem visíveis. Os principais são:
A ultrassonografia de tireoide é importante, pois pode diagnosticar lesões focais (nódulos) benignas e malignas, e avalia a presença de linfonodos (gânglios) e glândulas salivares. Também é usada para selecionar os nódulos que devem ser puncionados e guiar a punção aspirativa. Além disso, o exame contribui para a detecção das principais doenças da tireoide: hipertireoidismo e hipotireoidismo, doença de Graves, tumores, bócio, nódulos e cistos.
O hipertireoidismo e hipotireoidismo são doenças causadas por alterações na produção de hormônios pela glândula tireoide. No hipertireoidismo, há um aumento na produção dos hormônios T3 e T4, podendo gerar perda de peso, aumento dos batimentos cardíacos, ansiedade, insônia.
Já o hipotireoidismo é a diminuição na produção dos hormônios, que causam aumento de peso, cansaço, fraqueza e até impotência sexual. As causas podem ser congênitas (desde o nascimento), autoimunes, inflamatórias ou mesmo efeitos colaterais do tratamento de outras doenças.
A doença de Graves é um tipo de hipertireoidismo causado por condições autoimunes. Além dos sintomas já descritos, o paciente também pode apresentar olhos salientes e formação de placas endurecidas e avermelhadas sob a pele. O diagnóstico também é feito utilizando a ultrassonografia de tireoide.
Os tumores são formados quando há o crescimento de tecido anormal, que pode ser benigno ou maligno (cancerígeno). Neste segundo caso, quando o câncer é detectado, é necessário que se faça a retirada da glândula. Assim como nos outros casos, as causas nem sempre são determinadas.
O bócio é caracterizado pelo aumento visível do tamanho da tireoide. As causas podem ser diversas, desde inflamações a formação de nódulos nas glândulas. São comuns sintomas como dificuldade para engolir e respirar e sensação de aperto na garganta.
O surgimento de nódulos e cistos nem sempre tem uma causa descoberta. A maioria deles é benigno e desaparece naturalmente, sem a necessidade de tratamento ou retirada. Podem ser palpáveis ou não e, para a sua avaliação, é necessário considerar o histórico familiar do paciente.
A ultrassonografia de tireoide é fundamental para diagnosticar alterações e doenças relacionadas ao funcionamento da glândula. Por esse motivo, o exame deve ser realizado sempre que houver a suspeita médica, ajudando a esclarecer o diagnóstico e direcionar o profissional para o tratamento adequado.
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